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Como a fisioterapia auxilia na prevenção e no tratamento da osteoporose

Por Pérola Cattini

Da coluna Bem-Estar
Artigo de responsabilidade do autor

Doença tem cura, mas exige tratamento com equipe multidisciplinar

Divulgação

ColunaBem-Estar

Incapacitante e por vezes até fatal. Essa é a osteoporose, uma doença que atinge cerca de 75 milhões de pessoas na Europa, nos Estados Unidos e no Japão, de acordo com a Fundação Internacional da Osteoporose (IOF, na sigla em inglês). No Brasil, o número chega a 10 milhões, segundo a Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (Abrasso). A boa notícia é que existem formas de prevenir e de tratar a enfermidade, sendo uma delas a fisioterapia.

A osteoporose se caracteriza por uma perda gradual de massa óssea. Acomete, principalmente, as pessoas idosas e as mulheres. No primeiro caso, por causa da falta de força muscular, e, no segundo, por causa da diminuição do estrogênio na menopausa, hormônio que mantém os ossos saudáveis com a regulação das células responsáveis pela perda e ganho de massa óssea.

Os fisioterapeutas podem auxiliar na prevenção e no tratamento da doença porque os profissionais formados na faculdade de fisioterapia aprendem, justamente, técnicas para serem aplicadas no caso de falta de fortalecimento muscular. Os exercícios, portanto, são aplicados com o intuito de oferecer mais estabilidade tanto na manutenção como no ganho de massa. Os profissionais também realizam trabalhos direcionados e específicos para cada caso, além de instruir o indivíduo sobre como evitar fraturas e contusões.

A enfermidade pode provocar fraturas, motivo pelo qual a reabilitação também é indicada, por meio de sessões de fisioterapia. Simples movimentos e até mesmo o peso do próprio corpo podem causar algum tipo de contusão. O grande problema é o diagnóstico precoce. A maioria dos idosos, segundo o Hospital das Clínicas (HC), só descobre a doença quando sofre alguma fratura.

O motivo é a falta de sintomas aparentes. Neste caso, o recomendado é sempre realizar avaliações preventivas, sobretudo se há predisposição a ter osteoporose. Os principais fatores de risco são falta de ingestão adequada de cálcio, sedentarismo e deficiência hormonal (como de estrogênio). Normalmente, a doença é detectada a partir de alterações na massa óssea e no biotipo físico, além de mudanças posturais.

A osteoporose tem cura, mas o paciente precisa ser acompanhado por uma equipe multidisciplinar, não só por um fisioterapeuta. Consultas regulares com um médico especializado também devem ser realizadas, bem como ajuda de um educador físico, para direcionar exercícios com controle de impacto.

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