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Quinta-Feira, 12 de Julho de 2018, 07h:49
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Soldados fazem testes rápidos de infecções sexualmente transmissíveis

Projeto “Viva Saúde Jovem” visa ampliar acesso aos testes rápidos de HIV, sífilis e hepatite B

Esthéfanie Vila Maior
Capital News

PMCG

Soldados realizam testes rápidos de ISTs

Ação foi realizada pelo programa "Viva Saúde Jovem"

 

Testes rápidos de HIV, sífilis e hepatite B foram realizados pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) em aproximadamente 100 soldados do Comando Militar do Oeste (CMO), em Campo Grande, nesta quarta-feira (11). 

 

A ação foi uma iniciativa do projeto “Viva Saúde Jovem”, que visa ampliar o acesso aos testes rápidos, início oportuno do tratamento, além de disseminar informações de prevenção pelo uso do preservativo.

 

São realizadas ações de prevenção e atenção à saúde voltadas para adolescentes e jovens de 14 a 24 anos, com objetivo de minimizar infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e fortalecer os direitos sexuais e reprodutivos 

 

O projeto já passou por praças e locais públicos de grande movimentação, explicando as formas de prevenção e oferecendo testes rápidos. “Estamos abordando os jovens e adolescentes, sendo que esta faixa etária é a que mais tem registrado notificações de infecções sexualmente transmissíveis. Independe do sexo, orientação sexual e classe social, atualmente é a população mais vulnerável”, explicou a coordenadora do Serviço Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST/AIDS) da Sesau, Denise Leite Lima.

 

Casos

Até maio deste ano, foram registrados 59 casos de HIV entre a população de 15 a 29 anos, enquanto em 2017 foram 155 notificações. Em relação à sífilis, foram 448 casos em 2018 contra 797 no ano passado.

 

Positivo

Em casos de testes positivos para HIV, é realizado um segundo exame em laboratório. Se confirmado, o paciente é encaminhado para unidades de referência para tratamento.

 

Para sífilis, os pacientes são encaminhados para a unidade básica de saúde (UBS/UBSF) mais próxima da residência para notificação, tratamento e acompanhamento.  

 

Para Hepatite B, os casos reagentes são direcionados para referência para avaliação e conduta do especialista.

 

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